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Ass, Bilbo, and Rey: 10 August 2018 Revised: 16 October 2018 Accepted: 23 October 2018 DOI: 10.1111/gcb.14506 WILEY Global Change PRIMARY RESEARCH ARTICLE The influence of climatic legacies on the distribution of dryland biocrust communities David J. Eldridge Manuel Delgado-Baquerizo2. 2,3 Centre for Ecosystem Science, School of Biological, Earth and Environmental Sciences, University of New South Wales, Sydney,New South Wales Australia Departamento de Biología y Geología, ísica y Química Inorgánica, Escuela uperior de Ciencias Experimentales y ecnología, Universidad Rey Juan Carlos stoles, Spain operative Institute for Research in ironmental Sciences, University of rado, Boulder, Colorado Abstract Predicting the distribution of biocrust species, mosses, lic ated with surface soils is difficult, but climatic legacies (changes in climate hens and liverwor last 20 k years) can improve our prediction of the distribution of biocrus To provide empirical support for this hypothesis, we used a combination c analyses and structural equation modelling to identify the role of climatic predicting the distribution of ecological clusters formed by species lichens and liverworts using data from 282 large sites distributed across km2 of eastern Australia. Two ecological clusters contained 87% of the lichen and liverwort species. Both clusters contained lichen, moss and live cies, but were dominated by different families. Sites where the air t increased the most over 20k years (positive temperature legacies) were with reductions in the relative abundance of species from the lichen and Teloschistaceae) and moss (Bryaceae) families (Cluster A spec spondence J. Eldridge, Centre for Ecosystem e, School of Biological, Earth and mental Sciences, University of New Wales, Sydney, NSW Australia eldridge@unsw.edu.au groundstorey plant cover and lower soil pH. Sites where precipitation over the past 20k years (positive precipitation legacy) were ass increases in the relative abundance of lichen (Cladoniaceae, Leci Trying to be an adult and read a scientific paper and your wife does this
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Ass, Bilbo, and Rey: 10 August 2018 Revised: 16 October 2018 Accepted: 23 October 2018 DOI: 10.1111/gcb.14506 WILEY Global Change PRIMARY RESEARCH ARTICLE The influence of climatic legacies on the distribution of dryland biocrust communities David J. Eldridge Manuel Delgado-Baquerizo2. 2,3 Centre for Ecosystem Science, School of Biological, Earth and Environmental Sciences, University of New South Wales, Sydney,New South Wales Australia Departamento de Biología y Geología, ísica y Química Inorgánica, Escuela uperior de Ciencias Experimentales y ecnología, Universidad Rey Juan Carlos stoles, Spain operative Institute for Research in ironmental Sciences, University of rado, Boulder, Colorado Abstract Predicting the distribution of biocrust species, mosses, lic ated with surface soils is difficult, but climatic legacies (changes in climate hens and liverwor last 20 k years) can improve our prediction of the distribution of biocrus To provide empirical support for this hypothesis, we used a combination c analyses and structural equation modelling to identify the role of climatic predicting the distribution of ecological clusters formed by species lichens and liverworts using data from 282 large sites distributed across km2 of eastern Australia. Two ecological clusters contained 87% of the lichen and liverwort species. Both clusters contained lichen, moss and live cies, but were dominated by different families. Sites where the air t increased the most over 20k years (positive temperature legacies) were with reductions in the relative abundance of species from the lichen and Teloschistaceae) and moss (Bryaceae) families (Cluster A spec spondence J. Eldridge, Centre for Ecosystem e, School of Biological, Earth and mental Sciences, University of New Wales, Sydney, NSW Australia eldridge@unsw.edu.au groundstorey plant cover and lower soil pH. Sites where precipitation over the past 20k years (positive precipitation legacy) were ass increases in the relative abundance of lichen (Cladoniaceae, Leci Trying to be an adult and read a scientific paper and your wife does this
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Ass, Bilbo, and Rey: 10 August 2018 Revised: 16 October 2018 Accepted: 23 October 2018 DOI: 10.1111/gcb.14506 WILEY Global Change PRIMARY RESEARCH ARTICLE The influence of climatic legacies on the distribution of dryland biocrust communities David J. Eldridge Manuel Delgado-Baquerizo2. 2,3 Centre for Ecosystem Science, School of Biological, Earth and Environmental Sciences, University of New South Wales, Sydney,New South Wales Australia Departamento de Biología y Geología, ísica y Química Inorgánica, Escuela uperior de Ciencias Experimentales y ecnología, Universidad Rey Juan Carlos stoles, Spain operative Institute for Research in ironmental Sciences, University of rado, Boulder, Colorado Abstract Predicting the distribution of biocrust species, mosses, lic ated with surface soils is difficult, but climatic legacies (changes in climate hens and liverwor last 20 k years) can improve our prediction of the distribution of biocrus To provide empirical support for this hypothesis, we used a combination c analyses and structural equation modelling to identify the role of climatic predicting the distribution of ecological clusters formed by species lichens and liverworts using data from 282 large sites distributed across km2 of eastern Australia. Two ecological clusters contained 87% of the lichen and liverwort species. Both clusters contained lichen, moss and live cies, but were dominated by different families. Sites where the air t increased the most over 20k years (positive temperature legacies) were with reductions in the relative abundance of species from the lichen and Teloschistaceae) and moss (Bryaceae) families (Cluster A spec spondence J. Eldridge, Centre for Ecosystem e, School of Biological, Earth and mental Sciences, University of New Wales, Sydney, NSW Australia eldridge@unsw.edu.au groundstorey plant cover and lower soil pH. Sites where precipitation over the past 20k years (positive precipitation legacy) were ass increases in the relative abundance of lichen (Cladoniaceae, Leci Trying to be an adult and read a scientific paper and your wife does this
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Memes, Brasil, and 🤖: Nisso? Estudantes da area de numanas tendem a Tazer mais sexo do que os de exatas, segundo pesquisa 。/ACREDITANISSOOFICIAL @ACREDITANISSO ⚠️ Marque os seus amigos! ↗️ . Num dos episódios da série TheBigBangTheory, que retrata de forma bem humorada o mundo dos nerds, Leonard (Johnny Galecki) pergunta para Sheldon (Jim Parsons) se ele já conversou sobre os seus sentimentos com sua eterna candidata a namorada, Amy (Mayim Bialik). “Leonard, eu sou um físico, não um hippie”, responde Sheldon sem pestanejar, explicando, de forma indireta, suas dificuldades de relacionamento. Agora, uma pesquisa britânica veio confirmar o que parece ser um lugar-comum: os nerds fazem menos sexo. Segundo um ranking feito entre faculdades britânicas, quem cursa Filosofia, História ou Artes Cênicas arranja mais parceiros sexuais durante sua graduação do que os alunos de Engenharia, Matemática e Computação. A explicação para isso seria justamente o fato de os estudantes de humanas terem uma visão do mundo com menos pudores, um papo mais fluído e a facilidade maior de se relacionar. A pesquisa foi feita pelo Student Beans, site popular entre os estudantes britânicos que, anualmente, promove uma série de entrevistas para identificar o perfil sexual dos alunos no país. Especialistas creem que o comportamento não é tão diferente no Brasil mas ressaltam: é preciso cautela para não estereotipar as pessoas. No Reino Unido, a faculdade que ficou em primeiro lugar no ranking da pegação foi a Universidade de Brighton, com cursos de Filosofia e Hotelaria e uma média de 10,59 parceiros sexuais por aluno durante a graduação. Já os estudantes de exatas não podem comemorar tanto. Os alunos de Engenharia, Química, Computação e Matemática da Universidade de Sussex tiveram, por exemplo, uma média de 4,48. Com o índice ainda pior, e em penúltimo lugar, a Universidade do Oeste da Escócia amargou a média de 2,62 ficadas por aluno ao longo dos quatro anos. Em último lugar, curiosamente, a Universidade Bath Spa, considerada uma das dez mais criativas do Reino Unido, ficou com 2,57 de índice. Fonte: oGlobo . ❗SIGAM a ADM ➡️ @Nandinhatw

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Memes, American, and Diabetes: Acredika Nisso? Tequila ajuda a combater a diabetes e obesidade, diz Ciencia O/ACREDITANIssooFICIAL OACREDITANISSO @AcreditaNisso? Boa notícia para os amantes de tequila. A ciência tem dado justiça aos benefícios proporcionados por essa bebida aromática, demonstrando q o consumo moderado poderia ajudar a perder peso e combater diabetes, revela um estudo publicado pela American Chemical Society, realizado por pesquisadores mexicanos do Instituto Politécnico Nacional (IPN). Isto é devido às propriedades apresentadas em a “agavina”, um açúcar obtido a partir de agave-ground onde a tequila produz um hormônio chamado de GLP-1, que se direge ao cérebro aumentando a sensação de plenitude. Entre outros benefícios fornecidos por este componente da produção de insulina, a tequila possui uma reação química que ajuda a reduzir o nível de açúcar “ruim” no sangue. A descoberta foi feita depois de um experimento para um grande grupo de ratinhos q receberam uma solução de aguavina com água. Os resultados revelaram q os roedores comeram menos e tinham pouco peso, eles também tiveram uma redução significativa no nível de glicose, que é uma revelação importante para tratar a diabetes. Embora os resultados desta pesquisa científica não são conclusivos, pois estão em um estágio experimental, os especialistas indicaram que faltaria cerca de uma análise mais aprofundada para determinar se a agavina é segura para o consumo humano. Outras razões para consumir tequila: . 1. Não da ressaca: Beber esta bebida não deixaria estragos na saúde como outras bebidas alcoólicas. Assim, dizemos adeus as náuseas, tonturas e dores de cabeça. . 2. Combate resfriados: Esta comprovado! Doutores misturaram um pouco de néctar de agave com tequila branco e suco de limão para se livrar de resfriados. . 3. Ela ajuda você a tolerar a dor: Tequila dilata os vasos sanguíneos, permitindo uma melhor circulação sanguínea minimizando os níveis de dor. . 4. Ela relaxa: Você não precisa de beber demais. Apenas dois dedos e você pode rapidamente cairá no sono. . Fonte: ZipBr . SIGAM-ME OS CURIOSOS ➡️ @Nandinhatw (ADM) 💋

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Memes, Science, and 🤖: Acredika Nisso? Casais que moram juntos tem sistema imunologico parecido f/ACREDITANIssooFICIAL U OACREDITANIsso @AcreditaNisso? De acordo com um estudo lançado recentemente por cientistas da Universidade de Leuven, na Bélgica, essa semelhança vai ainda mais longe do que parece; mais precisamente, no sistema imunológico. Para a pesquisa, foram retiradas amostras de sangue de 670 participantes saudáveis. Em um segundo momento, os pesquisadores selecionaram 150 deles – com cerca de 70 casais – e acompanharam seus hábitos durante seis meses, para avaliar como seus sistemas imunológicos reagiam com o ambiente. Entre os padrões identificados, rapidamente se pode notar que os casais no estudo demonstravam grande similaridade em seus sistemas imunológicos. Quando as respostas imunológicas do casal eram comparadas entre os dois participantes, houve menos de 50% de variação, quando comparados com um casal de estranhos. O mais intrigante é compreender como isso acontece, uma vez que seu sistema imunológico é praticamente uma "autobiografia química", como descreve o Science of Us, pois é um reflexo de seus hábitos, alimentação, entre outros. O estudo sugere uma solução: algo acontece quando você e seu amor convivem diariamente. Afinal, morar junto leva o casal a compartilhar uma série de hábitos: o que vão comer, se vão exercitar ou ficar no sofá vendo séries. E isso vale também para as partes menos fofinhas da vida em casal: afinal, compartilhando o mesmo ambiente, ambos irão respirar o mesmo mofo, a mesma poeira e dividir as mesmas bactérias que habitam o lugar. O estudo não é focado em casais que não moram juntos (e, futuramente, os pesquisadores querem conduzir um estudo comparativo entre casais que moram na mesma casa e que moram em casas diferentes), mas os autores acreditam que a resposta possa ser similar. Tudo que interfere nos hábitos diários conta para a construção do sistema imunológico – e quanto maior o convívio, mais similares serão. Fonte: Galileu . SIGAM-ME OS BONS ➡️ @Nandinhatw 💋
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